terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Metodologia que encantou José Mourinho em prática no Cacém
E como chegou a tese a José Mourinho? "Através de um amigo. Depois conhecemo-nos, ele mostrou que é um excepcional gestor de recursos humanos e desafiou-me a provar que era possível pôr a tese em prática", explicou o coordenador da formação do Cacém. João fez a especialização na Universidade Lusófona e no Benfica, onde estagiou com Fernando Santos. Como é "bom observador" e vai "especulando" sobre as coisas começou a pensar como seria o jogador português daqui a dez anos com este método de treino. Chegou à conclusão de que se "perde muito tempo" com coisas que não se vão pôr em prática no jogo, como o aquecimento com corridas à volta do campo ou os passes frente-a-frente. Para ele os "aquecimentos têm de contemplar uma relação dinâmica do jogador com a bola em função dos adversários e dos objectivos de jogo". Por isso, critica os técnicos portugueses, demasiado "agarrados" à justificação de que há grandes jogadores que foram formados pela via tradicional: "É verdade, mas podem ser melhores e eu vou prová-lo."
Com a "ajuda" do amigo Paulo Mendes, que o representa, acredita que pode ir longe. E nos escalões de formação do Cacém (em ano e meio) já estabeleceu um padrão de orientação, de apenas três palavras, para os jogadores usarem durante os jogos, como se fossem mágicas: "fica" (para fazer contenção e cobertura sem falta), "mata" (fazer contenção mais agressiva para manter o equilíbrio da equipa) e "bola" (para cortar linhas de passe e espaço ao adversário).
Deixou para trás um contrato profissional com o andebol do Benfica, "bem pago", para ir treinar um clube de futebol amador. "Eu não quero dinheiro nem protagonismo, apenas que os meus jogadores acreditem mais naquilo que lhes digo. O Mourinho é hoje mais treinador porque se mandar alguém bater com a cabeça na parede ele bate. É essa relação de confiança que eu ou outro treinador temos de construir", disse.
E tal como aconteceu com Il Specialle, chegará o dia em que estará frente a frente com "o maior génio do futebol português", Pinto da Costa: "E ele saberá quem eu sou."
"Jogador deve saber usar o árbitro a favor"
A tese baseia-se em sistemas dinâmicos complexos e pretende romper com os métodos habituais dos treinadores portugueses. Como? Partindo do princípio de que uma pequena acção pode influenciar a outra (teoria do caos). Segundo João Florêncio não se pode trabalhar um elemento isoladamente, pois há um envolvimento em constante mutação e uma tarefa, a de jogar para ganhar. E por isso "criou" três constrangimentos onde é possível trabalhar: o do praticante, o do envolvimento e o da tarefa.
É aquilo que o jogador pode ou não fazer, como se fosse um funil (no interior ficam as possibilidades e no exterior as condicionantes), que se abrirá muito ou pouco, numa relação directa entre genética/treino e prática. "Quaresma, por exemplo, tem uma técnica fantástica, daí poder fazer muitas coisas e, das que ele pode fazer, decide bem ou mal. Um jogador mais limitado vai ter de tomar outras decisões, mas não necessariamente piores, pois o que interessa é tomar a decisão certa num determinado tempo e espaço e assim compensar o facto de não ter a mesma gama de fintas do Quaresma, nem de jogo de rua do Cristiano Ronaldo", explica.
É vulgar os treinadores dizerem que não há dois jogos iguais. Porquê? Porque o envolvimento (golos, público, chuva, vento, lance dúbios, árbitro) muda de uma partida para a outra. A arbitragem é um bom exemplo de como o envolvimento pode ser trabalhado e não desvalorizado. "Se o jogador souber se o árbitro é "picuinhas" (marca tudo), ou "pingue-pongue" (marca um para cada lado) ou se é do tipo "inglês" (deixa jogar) pode tirar proveito disso. Porque não jogar com o árbitro? Ele faz parte do jogo... Os meus jogadores já sabem que tipo de árbitro vão ter pela frente. Isso é envolvimento. Não podemos é dizer que tivemos azar com o árbitro, sem transpor estas situações para o treino", critica o jovem técnico do Atlético do Cacém.
O ambiente do treino também pode ser manipulado para o tornar idêntico ao jogo: "No Benfica, os treinos eram às 10.00 da manhã com o chilrear dos passarinhos, ora esse ambiente nada tem que ver com o Estádio da Luz. Podiam colocar um sistema de som com as palmas, os cânticos e até os assobios, para a mente dos jogadores se habituar e não sentir tanta pressão nos jogos. Estes factos são importantes, ainda mais quando se joga ao mais alto nível."
É o jogo em si, o único que não muda. Aquilo que os verdadeiros treinadores têm de dominar, a especificidade do jogo de futebol de onze para onze, para "deixarem de ser apenas Profs. ou misteres".
Só 9% do treino é dedicado ao remate
Avançados.
Tese de Florêncio concluiu que só 9% do tempo de treino é dedicado aos remates à baliza. 81% da sessão é dedicada a corridas e exercícios físicos.
Treino dos guarda-redes tem sido desprezado. Um técnico que dá treino ao Quim como se fosse um pai a brincar com o filho no jardim é surreal. Têm de ser os avançado a treiná-los, como no jogo.
Preparador físico é uma figura que não cabe na tese de João Florêncio. Carlos Carvalhal concorda: abdicou de ter um no Sporting.
Real Massamá é exemplo de um clube que pode emergir, pelas estruturas que já tem e por se encontrar mais perto de ambientes socio-culturais onde ainda se joga algum futebol de rua.
por Isaura Almeida no Diário de Notícias
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Cacém perde com Futebol Benfica
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Seniores - João Florêncio é o novo treinador
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Demissões no Cacém - Não deixem de acreditar
Os misters Alexandre Jesus e Mário Reis deixaram desde ontem de comandar a nossa equipa de futebol sénior, a direcção foi surpreendida com o pedido de demissão da equipa técnica numa reunião realizada ontem , em que os dois técnicos apresentaram as suas razões para a demissão. A direcção demissionária do AC Cacém deseja aos dois técnicos os maiores sucessos nas suas carreiras desportivas.
A sucessão será assegurada por uma solução interna do clube.
- Temos entre mãos um enorme problema. O Nosso Atlético Infelizmente não merece o que se está a passar. Depois de tanta indefinição, as pessoas não são de ferro. Espero que mais problemas não cheguem dentro do balneário. Estamos a voltar aos tempos bem próximos. Não quero ver o meu Atlético Morrer... Na deslocação a Vila Franca tive diversos flashes. Reparei o quanto sofriam as equipas adversárias quando nós aplicávamos aquela remessa de golos avassaladora. A equipa deste ano é aquela que todos temos de apoiar, pois entre muros está a dignificar o nosso clube... Temos de dar definitivamente as mãos para que não sejamos confrontados com uma realidade bastante dura num futuro próximo... Não sei a quem recorrer... Mas definitivamente com angustia escrevo estas singelas palavras... com angustia estou a passar este presente... com angustia revejo o futuro... Futuro que pode ser bastante promissor, desde que nos larguemos das mesquinhices... que tanto nos fazem atrasar neste presente.
Eu não posso tomar uma atitude pois não tenho €€€, mas se fosse por força de vontade, DE CERTEZA QUE LÁ ESTARIA... À FRENTE DESTE MEU CLUBE, QUE MESMO SENDO HÁ POUCO TEMPO, É JÁ DO MEU CORAÇÃO. Não choro mas estou quase lá...
Vejo tanta juventude a correr pelos campos Atléticos a fora que não têm culpa, vejo dois indivíduos que sofrem tanto quanto eu a tentarem fazer que este nosso clube não morra... Vejo um futuro bastante próximo... Um futuro talvez negro que não possamos voltar mais atrás... Vocês que estão encobertos abram as vossas mentes e apareçam... NÃO DEIXEM ESTE MEU CLUBE MORRER... SE NÃO TAMBÉM DESAPARECE UM POUCO DE MIM... DIGO ISTO SEM DRAMATISMOS OU QUALQUER TIPO DE PRAGMATISMO.
Sinto que é o que se passa neste momento... Estou a abrir um livro que já estava bastante cheio... Estas são as directrizes que o nosso clube atravessa. Uma crise que talvez não aguente até 21 de Dezembro... Uma crise que se poderia ter já resolvido... Uma crise que talvez nem devesse ter sido despoletada... Uma crise que o nosso clube não merece...Espero que ainda tenhamos tempo para dar vida a este nosso clube... Mas ... Mas... Mas...
Neste momento sinto a pequenez do homem... Um homem que se farta de fazer o bem para o clube e que pura e simplesmente agora tem as mão atadas e não pode fazer nada... Uma pessoa que insiste em passar a mensagem presente no Joaquim Vieira... Da grandiosidade que existe entre todas as paredes que constituem o nosso Complexo... Mas que teimosamente todos vocês custam a acreditar... A mim não me podem acusar de nada... Mas custa-me muito aceitar este presente... A Sociedade praticamente está arredada de qualquer problema do nosso Cacém, mas saber cobrar quando algo está mal... Para umas coisas é desinteressada... Para outras é cobrativa... Afinal ficamos como... Querem tudo feito !!!... Mas para isso também têm de colaborar...
Entendam como quiserem... Mas definitivamente é o que sinto... UMA ANGÚSTIA BASTANTE GRANDE...
PARA TODOS OS MEUS JOGADORES SÓ POSSO DIZER PARA MANTEREM A CALMA... QUE CERTAMENTE VAMOS ULTRAPASSAR MAIS ESTA FASQUIA QUE SE OPÔS À NOSSA FRENTE...
FORÇA ATLÉTICO... FORÇA ACC... FORÇA MEUS GUERREIROS...
por Nuno Gaspar
Alexandre Jesus demite-se
Treinador alegou falta de condições para continuar no cargo. Adjuntos também saíram
Alexandre Jesus deixou o comando técnico do Atlético do Cacém. O treinador orientou ontem o último treino no conjunto da linha de Sintra, tendo, pouco depois, chegado a um acordo para a rescisão. Os motivos não são explicados pelos recentes resultados, mas pela falta de condições para se manter na função.
Sem Direcção, Inocêncio Ramos lidera uma Comissão Administrativa, o Atlético do Cacém continua sem uma solução directiva para gerir o clube, com os problemas financeiros a aumentarem nos últimos meses.
Com Alexandre Jesus, saíram também os treinadores adjuntos Ricardo Ferreira e Mário Reis. O clube procura agora o sucessor de Alexandre Jesus para orientar a equipa no próximo fim-de-semana.
fonte: A Bola
Cacém eliminado pelo Vilafranquense
Pior que a derrota a atitude do central Pedro que após ter sido expulso tentou tirar de esforço de alguns elementos da bancada vilafranquense, atitude reprovável nada condizente com quem deve vestir a nossa camisola.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Cacém vence Vialonga
Foi no principio da primeira metade um jogo bastante batalhador a meio campo. Na passagem do 7º minuto do encontro, Serginho pelo flanco direito ganhava a posse de bola, centrava para Pikky dentro da área rematar e inaugurar o marcador.
Complexo desportivo Joaquim Vieira Nº2 (Relvado)
Pouco Nublado: 20º C -» 98 Assistentes
Atlético Clube do Cacém - 1
Tiago Mourão, Raimundo (Cap.), Pedro Nobre, Pedro Domingos , Nando (60’ Eliseu Baldé), Serginho (60’ Hélder Caminho), Ricardo Fernandes (86' Ruben), Sissé (45' Ricardo Silva), Miguel Pina & Pikky (86' Manuel).
Banco:
Nuno Almeida & Franklim.
Treinador: Alexandre Jesus / Mário Reis.
Golo : Pikky 6'
Vialonga - 0
Guilherme, Fogueiro, Pedro Matias, Sequeira (Cap.), Ribas, Paulo Jaime (65’ Mané ), Serginho (65' Dinis ), Nelinho (80’ Rui Pinto), Campos, Marcelo & André Fernandes (65’ Fábio).
Banco:
Mário, Diogo & Manco.
Treinador: Paulo Gomes / Paulo Henriques
Resultado ao intervalo: 1 - 0
Árbitro A.F.Lisboa - João Pinto.
Auxiliares - David Afonso & Graciano Gomes.
Foi no principio da primeira metade um jogo bastante batalhador a meio campo. Na passagem do 7º minuto do encontro, Serginho pelo flanco direito ganhava a posse de bola, centrava para Pikky dentro da área rematar e inaugurar o marcador. Um principio prometedor de partida. Mas ficávamos só por isso. Pois a pressão de resultados, mesmo no início do campeonato, infelizmente está instalada nas hostes do Cacém. Faz-se notar numa equipa que em casa desenvencilha-se bastante bem. Agora fora de portas... Mas andando. Min.11' Serginho continuava a sua missão, ganha a posição e centra para Pikky rematar ao lado. Min.16', Serginho por parte do Vialonga, efectuava um balão que Mourão viria a agarrar bem perto da barra. Dois minutos depois, Marcelo viria a rematar á barra da baliza á guarda de Mourão. A equipa forasteira estava então bastante mais perigosa e atacante. Min.21'., o mesmo Marcelo rematava novamente, desta feita a bola passava bem perto da base do poste. O jogo estava bastante ofensivo, Serginho por parte dos da casa, mais uma vez ganhava espaço e centrava para Sissé chegar um pouco atrasado ao lance. A equipa da respondia, e Miguel Pina como sempre era uma peça bastante mexida, rompia a grande área, driblava dois defesas mas passava a bola para trás... A partida voltaria novamente á guerra de meio campo, mas sem grandes mexidas em termos de emotividade.
Viria a segunda metade que foi mais do mesmo. Ambas as equipas batalhavam, mas influência no resultado final era pouca. A equipa de arbitragem também cria entrar na festa e assinalava as faltas por vezes com bastante atraso. Influenciando mesmo a emotividade do encontro. Min.55'., Na marcação de um livre estudado, Ricardo Fernandes fazia a bola chegar a Ricardo Silva, entrado no início da segunda metade, rematando para fora. Min.63' Ricardo Fernandes rematava para fora. Logo de seguida Hélder rematava para defesa de Guilherme. Os forasteiros bem tentavam o ataque mas a defensiva do Cacém continuava a varrer tudo. Min.77' Ricardo Silva detinha sensação de golo num remate em jeito á baliza de Guilherme. A equipa da casa continuava a desperdiçar o segundo tento. Nos últimos dez minutos da partida, a equipa vinda de Vialonga, carregava em pleno, com os homens do Cacém a susterem por vezes milagrosamente a pressão. Min.82', Rui Pinto rematava, fazendo a bola passar bem perto do poste. Três minutinhos depois, Marcelo rematava para defesa de Mourão, no seguimento do canto, Fábio rematava á barra da baliza de Mourão. A equipa da casa sustinha a pressão e Pikky no ataque rematava em jeito e fazia a bola passar bem pertinho do poste. A equipa do Vialonga continuava o processo de pressão ofensiva, a defensiva do Cacém continuava a suster a pressão e levou a água ao seu moinho, mesmo novamente com sete minutos de compensação...
A equipa tem processos definidos, já jogam á imagem do mister Alexandre, continua é na mesma a malfadada finalização...
Força Cacém... Força ACC...
Por: Nuno Gaspar (www.accacem.tk)
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Derrota no último minuto
sábado, 14 de novembro de 2009
Cacém visita Venda do Pinheiro
Apoie a nossa equipa.

Seniores, uma grande exibição... na vitória frente ao Ponterrolense
Num hino ao desporto Rei, a equipa de Futebol do nosso Cacém banhou os 77 resistentes e implacáveis assistentes com um excelente jogo de futebol. Muita chuva apareceu durante o jogo, o sol também fez a sua aparição e só mesmo os três pontinhos faziam transbordar a ambição destes nossos espectaculares jovens...
Complexo Joaquim Vieira Nº 2 (Relvado)
Atlético do Cacém - 2
Tiago Mourão, Franklim , Pedro Nobre, Pedro Domingos, Raimundo (Cap.)(Nando), Manuel Gomes, Serginho (Eliseu Baldé), Ricardo Fernandes, Sissé (Abiud)(Ricardo Silva), Hélder Caminho (KáKá) & Miguel Pina.
Banco:
12 - Ricardo Santos 15 - Eliseu Rosa
Treinador: Alexandre Jesus / Mário Reis Massagista: Rafael Pereira Delegado: Francisco Pereira
Ponterrolense - 1
Fábio, Ricardo Antunes, Júnior (Martinho), Hugo Pinto , Naco, Marco Águas , Ivo, Cosme, Ricardo Ramos, Miguel Carlos (Tiago) & Bruno Vitorino (Ruben).
Banco:
01 - João
03 - Gonçalo Nogueira
05 - José Vieira
Treinador: Daniel Miranda / Eusébio Massagista: Luís Maurício Delegado: António Matias
Resultado ao intervalo: 1 - 1
Árbitro A.F.Lisboa - Pedro Pereira Auxiliares - Daniel Soares & Rui Pinto.
A segunda metade começava de novo com Hélder a criar perigo. Pelo flanco esquerdo, criava espaço, centrava para Raimundo rematar para canto. Na passagem do minuto 64, o ataque do Cacém ganhava uma falta frontal á baliza, descaída pela esquerda, Serginho cobrava o livre, mandava a bola com estrondo á barra e no ressalto Miguel Pina primeiro de cabeça e depois encostando o pé, colocava a bola dentro da baliza para o segundo golo caseiro, diga-se bastante merecido. Min.75', Pina dentro da área conquistava a bola e rematava á figura de Fábio. A equipa do Cacém começava a ser pressionada na defesa. Min 78' Primeiro por Naco e depois por Cosme, não conseguiam acertar de cabeça para marcar o golo que seria da igualdade. Três minutos depois era a vez de Naco rematar por duas vezes á baliza á guarda de Mourão. a primeira saía bem por cima da barra e já a segunda Mourão encaixava bastantes bem. Na marcação de um canto a favor da equipa de Ponte de Rol, Pedro Domingos viria a ter ordem de expulsão (mesmo com o jogo parado...). A equipa adversária terminava então bem em cima do Cacém. o Sr. Árbitro para ajudar, dava seis minutos de compensação. Min.90+3' Tiago rematava para outra defesa de Mourão. Felizmente para a nossa equipa o resultado não viria a modificar-se. Três pontinhos bastantes importantes para o pecúlio do campeonato da nossa equipa. Estava marcado para os minutos finais a estreia de mais um jogador na nossa equipa. Ricardo Silva escolheu a nossa equipa do Cacém para dar fim á sua espectacular carreira. Só desejamos um futuro risonho para ti Ricardo...
por Nuno Gaspar www.accacem.tk
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Assembleia Geral Extraordinária dia 20
Mais uma vez e dado a actual situação do clube a presença e participação de todos os sócios é importante, para todos unidos em prol da causa Atlético Clube do Cacém levarmos o nosso clube a um bom porto.
De uma vez por todas o esforço e dedicação deverá ser direccionado para o nosso clube e não para guerrilhas internas injustificadas e prepotentes que por certo não levarão o nosso clube ao que todos queremos. As pessoas passam mas o clube continua e por isso todos temos de lutar. Força ATLÉTICO CLUBE DO CACÉM.
Direcção apresenta demissão.
"Agora vou convocar uma assembleia-geral para a realização de eleições antecipadas, que provavelmente terá lugar ainda neste mês de Novembro", acrescenta. Ainda segundo Luís Roberto, "a direcção vai manter-se em gestão até à tomada de posse dos novos corpos sociais". O dirigente congratula-se ainda com esta tomada de posição, que defendia "há meses", pois "esta direcção não tinha legitimidade para continuar em funções". "Agora é tempo de haver uma clarificação
para o bem do próprio clube", sublinha.
in Jornal da Região de Sintra
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Derrota na Alta de Lisboa
No próximo fim de semana a nossa equipa recebe o segundo classificado Ponterrolense.
Cacém perde em Sacavém e empata com Talaíde
Ai... Ai... A malfadada finalização "Parte 2"...
Domingo, duas equipas, dois conjuntos de apoiantes com sinais de bastantes afinidades, defrontaram-se no Joaquim Vieira. Duas equipas a lutarem o jogo pelo jogo e á procura de pontinhos que são no fundo o “Bílis da questão”.
Com bastantes novidades operadas no onze inicial, o início da partida foi bastante emotivo, ambas as equipas atacavam sequencialmente a tentarem marcar o seu golito madrugador. Mas foi sol de pouca dura, pois o encontro iria revelar-se ser bastante nervoso. A ansiedade estava a píncaros e isso notou-se no resultado final. Ambas as equipas, quando sabiam armar jogadas de ataque perigosas pecavam no último instante, o do remate… Primeiro por Pikky na passagem do minuto 10’ e depois por Sissé ao Min. 17’, criavam bastante perigo á baliza de Gonçalo Vieira, que neste jogo a par de Mourão, não tiveram assim trabalho de monta. Alex na passagem do Min.24’ rematava á figura de Mourão, foi sem sombra de dúvidas o atacante mais perigoso dos forasteiros. (Jogador que chegou a fazer a pré-época no Cacém). Á passagem da meia hora de jogo, na marcação de um livre directo, Hélder Caminho inaugurava o marcador para a equipa da casa. Estávamos ao ataque, quando na marcação de um canto a favor do Cacém, O Sr. Juiz mostrava um cartão vermelho a Pikky. A nossa equipa ficava assim reduzida a dez. Mas continuou a lutar como se nada tivesse passado. A fechar a primeira metade, sensação de golo a remate cruzado de Semedo.
Partíamos para a segunda metade com vantagem no marcador. A nossa equipa á passagem da oitava jornada infelizmente ainda peca bastante na finalização de ataque (Está na forja uma solução caseira… Vamos acredita). Mourão na passagem do Min.50’ opôs-se a remate de Semedo. Hélder era o marcador de livres e aos 59’ centrava para Ricardo Santos chegar atrasado ao cabeceamento. Mais uma exibição feliz deste nosso novo central. A equipa forasteira do Talaíde, começava a ter a s garras de fora. Pulli conseguia ver dois amarelos em dois minutos e consequentemente foi expulso. Alex novamente era a peça mais perigosa, num remate frontal rematava bem por alto. Logo de seguida veio o golo do empate, Sousa rematava cruzado sem hipóteses de defesa a Mourão. A partir deste momento ainda mais nervoso o futebol foi praticado. Min.86’ Abiud com excelente ocasião de golo, … Resultado, mais do mesmo…
A equipa até tem um bom fio de jogo mas definitivamente ai, ai, ai esta finalização dá cabo dos nervos aos associados e amigos deste nosso Atlético. Vamos confiar num futuro que pelos vistos pode ser bastante melhor.
Força Cacém... Força ACC...
por Nuno Gaspar (www.accacem.tk)
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Cacém vence Freiria. Em casa mandamos nós!
Num jogo de sentido único, só mesmo as últimas substituições resolveram mudar o rumo ao marcador. Um defesa que a jogar ao ataque marcou o golo da vitória, diga-se mais que merecida, e um guarda-redes que no último segundo da partida defendeu um penalty de uma equipa que só veio fazer "Turismo" ao Joaquim Vieira...
Poderão achar que o que eu vou escrever a seguir é o "Puxar a brasa á minha sardinha", mas é a pura da verdade. O Cacém entrava bem mais agressiva em campo com Gil a ter a primeira intervenção para canto a remate de Piky, era o jogador mais activo no ataque do Cacém com três ocasiões de golo. Min.15' era a vez de Hélder rematar, para mais uma vez Gila defender para canto. Estávamos bem em cima do jogo. Min.23' uma excelente jogada de coesão da equipa, a bola circulava desde a defensiva do Cacém, trocada com mestria, utilizava-se os extremos, Hélder centrava a bola para Sissé chegar um pouco atrasado. Franklim com uma boa circulação de bola, fazia-se notar em campo e na passagem da meia hora, num centro remate criava perigo. Só aos 37', o Freiria incomodava a baliza de Ricardo. Puskas, capitão e mister, na marcação de um livre levava a bola a passar bem por cima da barra.
Na segunda metade, a pressão da equipa da casa baixou, um pouco embalada pelo jogo inerte dos forasteiros. Mas a equipa da casa continuava a ser a mais perigosa em campo. Min.59' Ruben de livre criava perigo. Passavam 74 minutos de jogo quando surgiu o primeiro remate digno desse nome por parte do Freiria. Puskas atirava por cima da barra. Min.75' Eliseu Baldé pelo flanco direito, efectuou um centro remate perigoso, Gil defendia para canto ao ir buscar a bola mesmo no cantinho dos postes. Poderei dizer que na segunda metade o claro anti-jogo dos forasteiros, quebrava bastante o ritmo do jogo. Em três ocasiões o guardião Gil e por fim o defesa Telmo, perderam mais de 10 minutos de jogo... Jesus tirou o coelho da cartola, ao colocar Ricardo Santos no ataque. Quatro minutos depois da sua entrada, cabeceou para dentro dos postes, colocando ao rubro toda a assistência que vinha a manifestar-se já um pouco desagradada com o desenrolar da partida (em virtude do tipo de jogo apresentado pelos forasteiros). Forasteiros esse que parecem ter acordado para a vida, e começaram então a correr pelo prejuízo. O Juiz deu (Bem) 6 minutos de descontos, e ao quinto surgiu um lance bastante contestado pelos locais. Pedro Domingues parava a bola com o peito, resvalando para os braços. Grande penalidade assinalada pelo juiz da partida. Puskas encarregou-se da sua marcação. Mas fez-se justiça, Ricardo Santos, mais uma vez mostrou como pudemos contar com ele. Grandiosa defesa efectuada no bastião do Cacém.
Mais uma vez demonstrámos que em casa temos de conquistar o maior número de pontos. Desta vez foi sofrida, mas as grandes equipas, engrandecem-se é assim...
Força Cacém... Força ACC...
por Nuno Gaspar (www.accacem.tk)


