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quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Prof. João Raimundo no Notícias da Manhã.

O nosso técnico principal, Prof. João Raimundo fala no Notícias da Manhã, sobre a equipa do Cacém, o jogo e Sintra e o próximo no Oriental, passamos a transcrever a Notícia publicada hoje.

“É necessário estarmos atentos ao adversário”
O Atlético do Cacém foi ao terreno do vizinho Sintrense triunfar por duas bolas a uma, naquele que foi o seu primeiro triunfo fora de casa para a Série E. Esses três pontos tiveram ainda o condão de consolidar a equipa entre os seis primeiros da tabela classificativa, algo que não passava de uma miragem nos três primeiros encontros, mas que o técnico João Raimundo explica: “O que se passou nas primeiras jornadas, nas quais a equipa jogou bem mas não ganhou teve a ver com alguma ansiedade, natural em início de competição”. Entretanto, tudo mudou, com os últimos três encontros oficiais a corresponderem a outras tantas vitórias, considerando o técnico que “aos princípios já antes adoptados se juntou uma determinação e um carácter muito fortes”. O próximo jogo será em Marvila, diante de um Oriental em crise de resultados, mas João Raimundo avisa: “Temos de estar atentos, pois sabemos que do outro lado se encontra um candidato à subida de divisão desejoso de alcançar a primeira vitória”.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Presidente Fernando Lopes no Alvor de Sintra

O site Alvor de Sintra publicou um artigo sobre o descontentamento dos presidentes do Sintrense e do Cacém que se queixam da falta de regras existentes nos apoios camarários existentes aos clubes do Concelho.

"Ninguém percebe nada disto"

É o que diz Fernando Lopes, presidente do Atlético do Cacém, "não há regras nos apoios camarários aos clubes de futebol. e dá como exemplo a alegada introdução de verbas provenientes da autarquia na parcela referente a ajudas de custo.
O dirigente do Cacém considera que existem “desigualdades” nos apoios conferidos aos clubes do concelho, quando estes “não estão consagrados num protocolo que junte os clubes e defina as formas dos apoios”, diz ao site referido. Fernando Lopes sugere ainda formas de apoio alternativas como o patrocínio das equipas do concelho pela autarquia, como modo de “promover um património mundial, que é de todos”.

Jorge Veríssimo, vice-presidente demissionário do Sintrense, tem opinião semelhante. “A autarquia esta dissociada do Sintrense, que é uma entidade de utilidade pública que está perto de fazer cem anos”, aponta, referindo valores alegadamente superiores recebidos por outros clubes do concelho no que respeita apoios, por parte da Câmara Municipal. O dirigente reconhece, no entanto, “a vontade da autarquia em nos ajudar com o licenciamento da bancada” para a comercialização do espaço imobiliário interior da mesma, bem como a comparticipação de 50 000 euros prometida pela autarquia para a recuperação do relvado do clube.

"Os clubes têm que criar receitas próprias"

Questionado pelo Alvor de Sintra sobre os motivos de insatisfação dos clubes, o vereador Rui Pereira adianta que “os clubes devem ser capazes de criar mais receitas próprias”. O autarca lembra ainda 2006 e 2007 foram anos de “contenção orçamental” em que os orçamentos foram maioritariamente canalizados para pagar o Programa de Apoio ao Associativismo Desportivo (PAAD), compromisso assinado em Setembro de 2005. Rui Pereira explica ainda que, em geral, “os apoios aos clubes são de natureza diferenciada”, podendo contemplar “obras, instalações, formação, viaturas” conforme as necessidades sentidas pelos clubes. De acordo com as contas do vereador, “50 por cento do orçamento da divisão de desporto é dedicado ao associativismo desportivo”, do qual os clubes fazem parte.
Sobre a possibilidade de a autarquia se envolver no patrocínio aos clubes, Rui Pereira, garante que “o concelho de Sintra é uma marca sem problemas de notoriedade”. O valor acrescentado de qualquer iniciativa no campo dos patrocínios “não é o mais adequado”, garante.
“Temos de ter mais desenvolvimento desportivo”, explicou o autarca. Na sua opinião, a estratégia passa por “aumentar em mais de um terço a área desportiva do concelho e ultrapassar de 14 000 para 25 000 os praticantes de desporto” associados a instituições.

Os apoios da Câmara Municipal previstos para os clubes continuam a originar fluxos de capital para aquelas instituições. Além do Sintrense, Lourel e Agualva deverão ter ajudas financeiras na recuperação dos seus relvados.
De acordo com a autarquia, Mem Martins, Rio de Mouro, Arsenal, Mira-Sintra e Vila Verde deverão constar também das listas dos clubes a serem alvo de comparticipações para aquisição de pisos sintéticos. Na última Reunião Pública de Câmara, a 22 de Agosto, foram já aprovados apoios para os relvados sintéticos de Mucifalense e MTBA.

Gonçalo Quinaz de regresso
Segundo o sítio não oficial do Atlético do Cacém , Quinaz regressou ao Cacém depois da experiência cipriota.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Entrevista com Prof. João Raimundo.

João Raimundo nascido a 1 de Fevereiro de 1976, na freguesia de São Jorge de Arroios, é Professor de Educação Física, com especialização em futebol de alto rendimento, com 31 anos é actualmente o treinador de nível 3 mais novo de Portugal.

Representou como jogador o Sporting Clube de Portugal nas camadas jovens até à idade de júnior, optando depois pelos estudos. Como treinador trabalhou 6 anos no C. F. "Os Belenenses", como treinador principal passando por vários escalões de formação desde os Iniciados aos Juniores, alcançando um 3º lugar no campeonato nacional de juniores. Passou depois pelo Amora F. C . como treinador adjunto da equipa principal, seguindo-se o Atlético do Cacém B na pretérita época.

Prof. João Raimundo como conheceu o Atlético do Cacém ?
Recebi o convite do Prof. Silveira Ramos aquando da sua passagem pelo Cacém para ir para a formação, preferi continuar na altura nos seniores do Amora.
Quando surgiu a oportunidade para treinar a equipa B do Atlético do Cacém, como treinador principal onde poderia utilizar a minha metodologia, organização táctica e colectiva não hesitei.

Qual a sua ideia sobre o At. Cacém ? Direcção, sócios, etc.
Óptima, os sócios estiveram sempre connosco, apesar de não saber como é com a equipa A. Sempre senti apoio dos sócios, técnicos e direcção.

Considera positiva a sua passagem pela equipa B?
Considero bastante positiva. Sem dúvida que fizemos uma época acima das expectativas, apostamos em jogadores da formação dos grandes de Lisboa sem colocação, como o Balão, Neno, Matias e Ivan. Colaborando para a evolução de muitos dos jogadores.
Apesar de alguns contratempos como o facto de metade dos nossos jogos em casa, jogarmos em casa emprestada, a alguma falta de paciência da minha parte para a total incompetência dos árbitros do Distrital, o que fez que em certos jogos não estivesse tão perto da equipa, facto que assumo a responsabilidade e que irei por certo tentar melhorar.

Porque não substituiu o treinador Pedro Valido aquando da sua saída?
Porque não fui convidado.

Dadas os actuais condicionalismos orçamentais do clube com a consequente redução em cerca de 50% do orçamento, foi-lhe difícil construir esta equipa?
O presidente deu o orçamento, tentou fechar com certos jogadores prioritários como o Casquinha, David, Luís Freitas, Hélio, Pedro Augusto, Bruno Andrade e Kadu e a partir daí com a recusa de alguns, ficaram apenas Pedro Augusto, Bruno Andrade, Hélio, David e Casquinha, passando da equipa B, os jogadores Ivan, Hugo Dias e Neno. Decorrem ainda negociações com o Matias e com o Balão.

Não deve ser fácil arranjar jogadores bons e baratos com tantas restrições orçamentais ?
Não, não é fácil, fizemos autênticos milagres, como a contratação do Rodinhas (ex-Amora), considerado o melhor jogador da Série F da 3ª Divisão. O Bruno Andrade foi complicado, o Casquinha foi um grande homem, resumindo não foi fácil.

No plantel que o Atlético Clube do Cacém apresenta esta época, existe muita juventude, qual será a média de idades e como será lidar com esta juventude?
A média de idades rondará os 22/23 anos. Tendo sido esse um dos principais requisitos na escolha deste plantel. Será um plantel jovem, com ambição e carácter, que cumprirá em campo o executado nos treinos. E que nunca virará a cara, e que deixará a pele em campo se necessário.

Não fará falta alguma experiência no decorrer da época?
Não quero acreditar, há jogadores que têm muita experiência mas que são más experiências.
Queremos um modelo de jogo novo, com sistemas tácticos definidos e actuais. Logo mais fácil de assimilar por jogadores jovens sem vícios tácticos, por exemplo um jogador que toda a vida treina e joga em marcação individual terá dificuldade em assimilar novas tácticas, como marcação zonal.
Claro que em certas alturas a "ratice" pode decidir jogos, ser aquele pormenor decisivo, mas isso é o futebol.

Como comenta a dispensa dos jogadores mais carismáticos o Atlético do Cacém, refiro-me a Luís Freitas, Fragata e Kadu?
No caso do Luís Freitas igualamos a proposta da época passada a qual foi rejeitada, o Fragata saiu antes da minha entrada e o Kadu era uma aposta, reduzimos um pouco a proposta a qual ele recusou.

Qual o principal objectivo para a nova temporada?
Gostaria de dizer que era ser campeão, mas combatendo com orçamentos de 15000/20000/30000 mensais dos quais nós estamos longe, é difícil mas eu acredito nos meus jogadores.
A minha equipa tem de ter ambição, estrutura e consistência táctica, e ser uma equipa de grande agressividade. Acredito mais nos predicados tácticos do que no talento individual.

Quais os principais candidatos à subida?
Isso se irá ver em campo.

A vinda destes jogadores, praticamente sem experiência nos nacionais será um entrave a um campeonato tranquilo?
Não é totalmente verdade, são jogadores que a maior parte foram campeões nacionais de juvenis, juniores, alguns internacionais nas camadas jovens. Claro que estamos a falar de um campeonato que por vezes se decide nos bastidores, em que se joga pouco futebol, mas acredito que vamos ganhar mais do que perder.

Na equipa B da pretérita época despontaram e chamaram a atenção de vários clubes alguns jovens como o Matias, o Ivan, o Hugo Dias o Balão.
O Ivan e o Hugo Dias estão certos, o Balão e o Matias sempre continuam?
São promessas mas não certezas, têm que entender qual a altura certa. Um jogador nesta idade é como jogar 1000 € na bolsa, tanto pode valer como não valer. Tenho de defender os jogadores e acredito no valor dos mesmos, mas tenho responsabilidades no clube e defender o mesmo. Como já referi não são os valores individuais que fazem uma equipa, é a equipa, é o grupo.

Nesta época de novas tecnologias, qual a sua opinião acerca do Blog e site não oficial dedicados ao Atlético Clube do Cacém?
Acho fantástico pode ser um meio de promover o clube, os seus jogadores, técnicos e dirigentes. Um meio para dar a conhecer o clube até além fronteiras. o número de visitas que tanto o blog como o site têm representam a grandeza do clube. Logo o clube tem de estar num outro patamar. O Cacém pode ser bem maior que o Real, temos é de ir com calma, consolidar primeiro e depois arrancar.

Prof. João Raimundo muito obrigado por esta entrevista em exclusivo para o Blog do Atlético do Cacém e Site Não Oficial do At. Cacém.
Desejamos a si e aos nossos jovens jogadores os desejos de uma excelente época.

Entrevista por Nuno Sinosgas com a colaboração de Nuno Gaspar.

Esta entrevista é exclusiva do Blog Atlético do Cacém e Site Não Oficial http://accacem.planetaclix.pt .
O conteúdo da mesma só pode ser divulgado se for transcrita, mencionando a respectiva fonte.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Fernando Lopes no Notícias da Manhã

Cacém já planeia nova época
A uma jornada do final da Série, Fernando Lopes, recentemente reeleito presidente do Atlético do Cacém, já está a perspectivar a próxima temporada futebolística e aponta as principais directrizes: “Vamos ter uma nova equipa técnica e o orçamento será reduzido em cerca de 50% uma vez que o clube tem que contar apenas consigo próprio”. Esta convicção vem claramente na sequência da difícil situação financeira daquele emblema. Todavia, Fernando Lopes mostra-se tranquilo relativamente a essa situação, considerando-a “regularizada” e esclarecendo que a mesma deriva do facto dos “apoios serem poucos, designadamente da parte da Câmara Municipal”.
Entretanto, com a manutenção praticamente assegurada, o Cacém desloca-se, na derradeira jornada desta época, até ao Carregado para defrontar um clube em festa. Todavia, Fernando Lopes afirma que o Cacém “não irá para participar na festa, mas sim para ganhar”.
NC

Veja o artigo online. Clique Aqui.

NDR. : Mais uma vez, as novidades sobre eventuais mudanças ou estratégias sobre o nosso clube são aqui relatadas através de declarações a outros meios de comunicação. Sendo este blog um excelente meio de informar sócios e adeptos do Atlético do Cacém, não se compreende o porquê de não ser utilizado para esse efeito pela direcção do clube.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Entrevista de Fernando Lopes ao Correio da Cidade

Sendo impossível recolher algum comentário ao presidente Fernando Lopes, segue entrevista dada ao jornal Correio da Cidade.

António Lopes foi reeleito para mais um mandato à frente do Atlético Clube do Cacém.
O Presidente do clube afirma em entrevista ao Correio da Cidade que o ACC será um clube diferente quando o seu mandato terminar.

A principal mudança vai ter lugar na área do futebol. O Presidente do ACC considera que, à excepção dos campeonatos da primeira e segundas ligas, os restantes são um "engodo", porque os clubes "estão sempre a contar com ajudas camarárias que depois não existem, ou com as ajudas das empresas, que com a situação económica que o país vive não se concretizam". Para Fernando Lopes os clubes estão numa espiral de endividamento que " Não permite a criação de condições para uma sobrevivência económica". Exemplo dessa situação é a dúvida que existe, para o presidente do ACC, de como " Se vão realizar os campeonatos na próxima época quando há muitos clubes que dizem não ter possibilidades de pagar as inscrições de jogadores...". A falta de receitas nos campeonatos mais baixos não permite qualquer tipo de viabilidade económica se os clubes continuarem a funcionar nos actuais padrões. No Atlético as receitas raramente permitem pagar a organização dos jogos e o seu Policiamento e a juntar a isto " Os organismos que deveriam representar e defender os clubes não cumprem o seu papel."

Atlético do Cacém vai mudar de vida

Fernando Lopes Considera que o Atlético tem de tomar medidas para " Mudar de Vida" e encarar esta realidade. Uma das primeiras medidas será a redução de custos com o Futebol Sénior. O Clube vai reduzir cerca de 60% os actuais gastos com a modalidade. Um dos grandes projectos que o clube está a preparar è o estabelecimento de uma parceria com um grande clube Nacional para as escolas de Formação. O Presidente do ACC não quis adiantar qual o grande clube, mas ao que o "CORREIO DA CIDADE" apurou, o Sporting deverá ser esse clube. O Atlético pretende com essa parceria trazer uma mais valia técnica ao clube e conseguir atingir os mil atletas nas escolas de formação até ao final do próximo ano. Outras das prioridades para a sustentação do clube será a concretização de um complexo de ténis " Que seria um dos melhores do país e que podia trazer um grande nome do Ténis nacional para o Concelho, o Bernardo Mota". O Complexo Desportivo que incluiria piscinas seria a etapa final para dotar o clube dos meios e infra-estruturas para o seu desenvolvimento e a garantia de boas condições para a prática desportiva de influência do clube.

"Não existe estratégia para o Desporto em Sintra"

Para o Presidente do ACC, Fernando Lopes, é necessário " definir uma política desportiva" que passe pelo diagnóstico do que são os vários clubes desportivos do concelho de Sintra para " Que se criem regras claras que toda a gente possa perceber ". Fernando Lopes afirma " Que neste momento não existe uma visão estratégica para o Desporto em Sintra ". o Presidente dá como exemplo o facto do responsável pelo desporto no concelho nunca ter " fomentado uma reunião com todos os agentes desportivos do concelho para uma troca e debate de ideias ". Sublinha também, que não adianta " falar ambiguamente nas políticas desportivas, falar em construção de pavilhões desportivos quando depois não se realizam a manutenção desses equipamentos ". ou não se potenciam esses espaços. Para Fernando Lopes um dos problemas é a câmara querer ser responsável pelo desporto em Sintra em vez de dar mais condições aos clubes. "

Fonte : Jornal Correio da Cidade Gentilmente cedido por Nuno Gaspar